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Como focar no lado positivo da relação neste momento tão desafiador para muitos casais?

Foto com dois corações juntos formados em um pedaço de fita vermelha que está em cima de um pedaço de madeira.
Um convite para trabalhar o relacionamento em tempos de pandemia.

Por Daniella Gonçalves


Tenho escutado casais com queixas ainda mais acentuadas sobre a relação neste período crítico e delicado em que vivemos.

Uma toalha molhada em cima da cama, que antes já incomodava, agora vira um problema ainda maior. E cabelos na escova de pentear ou na pia do banheiro? Imagine! Uma problemática daquelas que talvez nem Freud, o pai da psicanálise resolveria. 🙂 . Brincadeiras à parte, mas falando em brincar, como é possível relevar situações que podem ser resolvidas com mais leveza e priorizar as maiores?

A pandemia e o isolamento social estão trazendo a possibilidade de repensarmos os vários contextos da vida, macro e micro, nossa relação com o coletivo, natureza, consumo, trabalho, educação, família, amigos, conosco e com o outro que está bem perto e na nossa convivência cotidiana. 

Convivência essa que se torna mais desafiadora, pois é nela que depositamos mais exacerbadamente nossas projeções, faltas, expectativas, anseios e frustrações.

O próximo se torna alvo disso. Muitas vezes nos confundimos por não termos consciência daquilo que é meu, ou seja, para eu cuidar sozinho (a) e do outro (a) cuidar  comigo na relação. 

Acredito que, dentro daquilo que podemos cuidar sozinhos, é importante refletirmos em que ponto aquela ação do outro reflete em mim e se realmente vale a pena demandar tempo, energia, e provocar desgastes ainda maiores nesse momento. 

Como focar no positivo da relação (isso se há esses aspectos). Caso não haja, entramos em outras questões que não irei aprofundar neste texto.

Faça um exercício. Escreva em uma folha:

Apesar dele (a)……………………, e isso me………………………. ele (a)faz……………………………. e isso me faz  sentir………………………………. 

Vamos voltar aos exemplos da toalha molhada em cima da cama e dos cabelos na escova de pentear ou na pia do banheiro.

  • Apesar dele deixar a toalha molhada em cima da cama e isso me irritar, ele faz almoço aos domingos e isso faz com que eu me sinta cuidada.
  • Apesar dela deixar os cabelos na escova de pentear e na pia do banheiro e eu sentir raiva, ela me faz cafuné, acariciando meus cabelos de uma forma que me sinto amado, acolhido.

Dessa maneira, você terá mais compreensão do que deve focar e nutrir na relação. A escolha é sua. Espero que escolha focar no positivo e no que é potente da relação!

Mãe em tempos de quarentena e isolamento social

Foto com mulher e criança, um de frente para o outro, bem próximos, sorrindo.
Proximidade dos pais com os filhos é importante em tempos de pandemia.

Foto: Envato.

Quando pergunto a você, mulher: “Você É ou ESTÁ mãe?” Qual é a sua resposta?

Se você respondeu SOU MÃE, quero trazer a você um outro conceito que, no meu ponto de vista profissional e pessoal, trará mais leveza para abordarmos um tema tão complexo e desafiador que é a maternidade.

Somos mulheres que desempenham vários papéis na vida, como profissionais, esposas, filhas e, muitas de nós, Mães. No desempenho desse papel, estamos MÃE. E, no meio disso tudo, muito tem chegado a mim, por meio de amigas, grupos de mães do colégio dos meus filhos, de clientes, sobre um ponto delicado deste momento. Muitas se sentem culpadas, impotentes, incompetentes e insuficientes em seus papéis como mães nesse momento de quarentena.

Compartilho, com você, algumas frases que recebi:  

  • “Estou me sentindo culpada em deixar meu filho o tempo todo assistindo televisão ou jogando, pois o volume de trabalho está alto, com muitas metas a serem cumpridas e essa é a maneira que encontro dele ficar em silêncio.”
  • “Estou morrendo por dentro em dizer não pra minha filha quando ela me chama para brincar porque preciso dar conta da limpeza da casa e fazer a comida.”
  • “Estou me sentindo incompetente em não conseguir ensinar, fazer as lições e todos os trabalhos pedagógicos que a escola está enviando no cumprimento do currículo escolar.”
  • “Quando tenho tempo de dar atenção ao meu filho(a), estou tão esgotada, cansada que não me sinto presente, de corpo e alma.”

Se você se identificou com uma ou mais frases, quero que faça algumas reflexões:

– Como estava seu ritmo de trabalho antes da quarentena?

– Quando fazia – e se fazia – lições de casa com seu filho (a), era algo prazeroso pra você? 

– Reservava um tempo para deixar tudo de lado para sentar e brincar, fazer algumas atividades lúdicas com seu filho (a)? 

– O estar presente de corpo, mente e alma na relação com seu filho (a) acontecia?

Acredito que talvez a maioria se identifique com alguma “falta” que ocorria antes. Não quero aqui que você se julgue por isso. Pense nas possibilidades e reflita. Talvez você já estivesse na culpa, impotência, incompetência e insuficiência no desempenho do seu papel de Mãe e esse momento só veio para amplificar, como uma lente de aumento, esses sentimentos. Compreende?

A vida de antes estava “diluindo” essas “faltas” na grande quantidade de atividades extracurriculares que as crianças e adolescentes possuíam e nos lazeres fora de casa, shoppings, cinemas, teatros, restaurantes, espaços de brincar.

Agora vamos pensar juntas: se essas “faltas” já existiam antes, e nessa leitura de que somos mulheres imperfeitas, como todo ser humano, desempenhando papéis na vida, sendo que um deles é o de Mãe, porque neste deveríamos desempenhar perfeitamente? Tudo isso sem falhas, faltas, equívocos??!!! Vamos pegar leve conosco então?

Volte lá nas perguntas que fiz em relação às “faltas” que consegue identificar que já existiam antes da quarentena e estava negligenciando e escolha uma. A minha escolha será tirar um tempo para brincar com meu filho de 6 anos. 

Verifique na sua rotina o que pode deixar de fazer ou prorrogar e incluir “aquilo que já estava faltando” e faça com seu filho (a). Por exemplo, o meu será não lavar a louça logo após o jantar. Vou adiar um pouco essa tarefa e, em seguida, vou sentar e brincar com meu filho. Parece pequeno, mas não é! 

Importante também explicar para seu filho (a) que está fazendo ajustes na sua rotina para estar com ele (a). Mostre a importância disso e entregue presença, corpo, mente e alma para aquele momento. Garanto que isso será tão grandioso para a relação que preencherá a ambos, em afeto, proximidade, conexão que a sensação de “falta” diminuirá.

Muito importante também você nutrir e não aniquilar a MULHER QUE É, só desempenhando os diversos papéis atribuídos a você. Quando digo nutrir a mulher, estou falando em separar 5, 10, 15, 30 minutos diários para fazer algo que gere prazer, satisfação a você: dançar, meditar, fazer yoga, ler um livro, assistir a um filme, uma série. A MULHER nutrida ganha a capacidade de autoacolhimento e se apropria no SENTIR de que “está tudo bem” não ser suficiente e não dar conta de TUDO!

Como inspiração, deixo um relaxamento guiado a você, com a condução amorosa de Raissa Zoccal do canal Yoga Mudra.

Abraço carinhoso, 

Daniella Gonçalves

Prosperidade Financeira – Acredite, ela é possível!

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O que predomina, na sociedade, é a mentalidade da escassez. A maioria das pessoas pensam que os recursos não são suficientes e que não há riqueza para todos, mas isso não é VERDADE.

Esta crença limitante leva muita gente a acreditar que, para uns ganharem, outros precisam perder; que para alguns serem ricos, muitos precisam serem pobres; que para ter algo, é preciso tirar de alguém. Essa ideia distorcida desperta, em alguns, a ganância e o egoísmo. Mas para a maioria, gera pensamentos e mecanismos de auto sabotagem que faz com que elas se sintam culpadas por desejarem ter uma vida mais próspera.

Pensando desta forma, é lógico que você vai acabar sabotando a si mesmo e dando um jeito de afastar a prosperidade da sua vida.

A verdade é que os recursos são ILIMITADOS, o Universo é abundante e as possibilidades de se criar riquezas são infinitas. Novas fontes são descobertas e recicladas o tempo todo. A todo momento são criados novos serviços e novas demandas.

O dinheiro é algo neutro, uma ferramenta. Pode ser usado para coisas ruins, mas pode e deve ser usado para coisas boas. É você quem vai dar o destino. Sempre que você associa o dinheiro a sentimentos negativos, o afasta de sua vida.

As pessoas dizem, conscientemente que querem uma vida mais próspera porque o dinheiro poderá lhes proporcionar conforto, lazer, e ainda ajudarão outras pessoas.

Mas podem haver conflitos internos, inconscientes do tipo: ”dinheiro é sujo, não traz felicidade, não é coisa de gente espiritualizada, vem fácil e vai embora fácil, é difícil ganhar” e etc.

Se você pensa tudo isso, não importa o quanto afirme que deseja uma vida mais próspera, parte de você não quer ter dinheiro, e você vai se sabotar por vias que você nem imagina. Tudo que está guardado de negativo vai influenciar. Existe uma parte sua que deseja ter e atrair mais, mas por trás há crenças fazendo justamente o contrário.

Para se libertar desses sabotadores, é importante que primeiramente identifique todas essas crenças. Faça uma lista delas, e você se surpreenderá!

Questione cada crença que surgir. De onde vieram? Quem contribuiu para a formação delas? O quanto elas estão sabotando a sua vida? Você realmente deseja se libertar dessas crenças?

Depois disso, quero que você responda a uma pergunta, com o coração aberto:

Você quer continuar como está ou o que você mais quer, em sua vida, é realizar os seus sonhos?

Se a sua resposta foi REALIZAR MEUS SONHOS, então terá que ser a coisa mais importante, dedicando parte do seu tempo neles, TODOS OS DIAS!

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De que forma?

Utilizando o poder da sua mente ao acordar, antes de dormir, durante o banho, enquanto aguarda o elevador, na sala de espera, na fila, durante a viagem de metrô, de carro, ônibus! Aproveite cada segundo para pensar, visualizar, sentir e atrair tudo o que você deseja. Imagine ser, ter e fazer tudo o que você quer. Acredite que seus sonhos estão se concretizando agora mesmo. Saboreie a deliciosa sensação de estar vivendo a vida que você quer. Sinta-se entusiasmado e feliz por realizar seus sonhos. Quanto mais você pensar, visualizar e sentir, mais fácil você vai atrair.

E aí você me fala, “mas estou tão bloqueado e imerso em padrões e crenças limitantes que não consigo PENSAR, VISUALIZAR e muito menos SENTIR meus sonhos”!

Então será necessário um auxílio para que você se liberte de padrões e crenças limitantes adquiridas ao longo de sua vida que impedem a expansão de sua consciência, a abertura de infinitas possibilidades que dificultam o acesso ao seu potencial em ganhar dinheiro!

As Barras de Access Consciousness® foi (e é!) de grande ajuda a mim e auxilia milhares de pessoas ao redor do mundo!

Criado por Gary Douglas, as Barras de Access Consciousness®, são 32 pontos ao redor da cabeça que, ao serem estimulados através do toque, permitem a liberação dos registros (componentes elétricos) dos pensamentos, sentimentos e emoções armazenadas ao longo de nossas vidas.

Cada um desses pontos representa uma área da vida: criatividade, dinheiro, relacionamentos interpessoais, esperanças e sonhos, sexualidade, corpo, alegria, cura, bondade, gratidão, comunicação, criação de novas formas de vida, entre outras. Estimulando um por um, identificamos os processos mentais que nos paralisam limitando possibilidades em nossas vidas, inclusive de sermos prósperos financeiramente.

Se abrindo para as infinitas possibilidades, a riqueza pode vir até mesmo de fontes que você nunca imaginou!

Para atrair prosperidade, é imprescindível que desenvolva uma mentalidade próspera!

PENSE, SINTA e AJA!

 

Fontes de pesquisa:

Ebook – Sete dicas para aumentar sua prosperidade imediatamente! (André Lima)

Livro-Os Segredos da mente milionária (T. Harv Eker)

Propósito de Vida – Aonde minhas escolhas me levam

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Falar sobre Propósito de Vida é abordar sobre escolhas e inevitavelmente crenças.

Há exatos cinco anos atrás comecei a busca pelo meu Propósito de Vida.

Motivada pelo sentimento de fracasso, inconformismo e frustração percebi que não estava plenamente realizada profissionalmente.

Essa constatação gerou muita angústia pois parecia que tudo aquilo que um dia havia sido uma VERDADE incontestável para mim não fazia mais sentido.

A formação em Psicologia foi uma escolha minha. Contrariei meu pai que gostaria que eu fizesse Medicina, mas não foi um problema, pois embora contrariado sempre me apoiou em minhas escolhas.

A questão da angústia mencionada acima, foi acreditar que SOMENTE no modelo cientificamente comprovado e embasado em abordagens de teóricos renomados poderia desenvolver meu trabalho enquanto Psicoterapeuta.

Me engessei na crença de que havia somente um modelo a ser seguido. O cientificamente comprovado era estável, digno de credibilidade e seriedade. Eu acreditei nisso e fiz disso um padrão rígido a ser seguido e sem me dar conta, limitei possibilidades de outras escolhas em minha vida profissional.

Então iniciei o processo de desconstrução de crenças, padrões adquiridos que havia compreendido como VERDADES inquestionáveis durante anos e que não faziam mais sentido a mim para criar outras formas que agregassem a minha atuação profissional, e que pudesse utilizar em minha prática, além das técnicas e teorias (pertinentes e necessárias!), minha intuição que sempre fez parte de mim e que fora tolhida pela rigidez de minha crença limitante de que “só aquilo que podíamos comprovar cientificamente, com a razão era relevante e funcionava”.

O que isso significa?

Quando liberei crenças e padrões que não serviam mais, abri espaço em minha mente para que outras formas de atuação e técnicas terapêuticas chegassem até mim.

Sim, elas literalmente chegaram e chegam até a mim, sem esforço.

Chegam através de pessoas, de livros, de artigos na internet, sonhos, de várias formas.

E como não podia ser diferente as Barras de Access Consciousness® se apresentaram para mim dessa maneira.

Criado por Gary Douglas, as Barras de Access Consciousness®, são 32 pontos ao redor da cabeça que, ao serem estimulados através do toque, permitem a liberação dos registros (componentes elétricos) dos pensamentos, sentimentos e emoções armazenadas ao longo de nossas vidas.

Cada um desses pontos representa uma área da vida: criatividade, dinheiro, relacionamentos interpessoais, esperanças e sonhos, sexualidade, corpo, alegria, cura, bondade, gratidão, comunicação, criação de novas formas de vida, entre outras. Estimulando um por um, identificamos os processos mentais que nos paralisam limitando possibilidades em nossas vidas, inclusive de identificarmos nosso propósito de vida.

choose-the-right-direction-1536336__340 Sendo assim, concluo que, independente das escolhas que realizamos, sejam elas conscientes ou inconscientes, sempre é tempo de ressignificar e modificar o rumo de nossas vidas!

E como diz Gary Douglas, criador das Barras de Access Consciousness®, imagine o que aconteceria se:

“Você estivesse disposto a se nutrir e a se cuidar? E se abrisse as portas para ser tudo que decidiu que não é possível ser? O que se requer para você perceber o quanto é crucial para as possibilidades do mundo”?

Você projeta seus medos nas relações que estabelece

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Meu filho de três anos recebeu um convite da escola para um passeio e minha reação imediata foi negar qualquer possibilidade de ele ir, já que não estaria sob a minha proteção.

Refletindo com mais calma percebi que o que me levou a dizer não, foi MEDO. Medo de que algo ruim pudesse acontecer ao meu pequeno, medo de algum acidente, medo dele se perder das professoras, medo de sequestro, medo de todas as terríveis coisas que achamos constantemente que pode nos acontecer.

Fiquei pasma com a quantidade de pensamentos ligados ao MEDO que vieram à minha mente!

E como faz parte do meu exercício diário de autoconhecimento e tudo aquilo que dele faz parte, inclusive o contato com minhas crenças, padrões e atitudes limitantes, pensei: Isso era meu? De onde vinham? O que despertou tanto medo?

Para validar se esse medo todo era meu mesmo, perguntei ao meu filho se queria ir ao passeio, e ele respondeu de forma livre e espontânea: “Sim mamãe”.

Confirmei! Eram as minhas limitações gritando NÃO para um simples passeio de escola pois estaria seguro sob a proteção das professoras e coordenadores.  E o que não foi surpresa alguma, ele não estava nem um pouco com MEDO de ir ao passeio. Pois ainda não tem implantado a crença de que tudo gera perigo. Sendo assim, não era justo impedi-lo de ir, nem tão pouco dividir com ele as minhas preocupações.

É claro que precisamos zelar pela nossa segurança e da nossa família, principalmente dos pequeninos que ainda não sabem se defender. Mas precisamos estar atentos como nos expressamos. Se é com zelo ou com medo. Se podemos ponderar o que é um simples passeio ou se é algo que realmente traz riscos.

Ter consciência de que o MEDO é nosso, nos responsabilizarmos por ele, nos permite cuidar disso por nós mesmos, nos torna lúcidos e decisores do que fazer com essa memória.

Dessa forma, ficamos com aquilo que é NOSSO e não projetamos nas relações que estabelecemos.

Temos a tendência de querer que o outro compartilhe e seja solidário com aquilo que está difícil de lidarmos. Vejo isso nitidamente nas relações entre casais. O medo DELE em ser traído a coloca em uma “redoma”, a sufoca e por mais que ela tente não dar motivos para desconfiança, ele sempre encontrará algo que deponha contra a fidelidade dela.

O medo DELA de engravidar e “manter” a maternidade sozinha, pois não tem certeza de que ele contribuirá com os cuidados com o bebê, o mantém em uma instância de incapacidade, de que “não será bom o suficiente” enquanto pai.

O medo DELA a impossibilita de avaliar quem realmente é o homem com quem está compartilhando sua vida e formando uma família.

Proponho um exercício a você!

Da próxima vez que sentir medo, seja ele qual for, faça perguntas antes de tomar uma decisão:

– Ele é real ou projeção de sua mente?

– De onde ele vem?

– Se constatar que é uma crença, um padrão adquirido quando criança, transmitido pelos seus pais, avós ou de qualquer adulto de seu convívio da época, se pergunte se faz sentido para você hoje manter esse medo?

– Você, por si só, conseguirá ressignificar, se libertar, caso não faça mais sentido para você, para que não o propague nas relações que estabelece?

Esse exercício é fantástico pois é a partir de perguntas, questionamentos que começamos a desafiar nossos sistemas de crenças, julgamentos e programações mentais.

Com essa nova consciência, permitimos o início do processo de libertação de padrões que adquirimos ao longo de nossas vidas e que nos aprisiona, limitando nosso potencial de felicidade, prosperidade e abundância!

Podemos contar com uma ferramenta terapêutica poderosa chamada Barras de Access Consciousness®, para nos auxiliar nesse processo de ressignificação, libertação de crenças limitantes e consequentemente abertura para novos padrões.

Trata-se de uma terapia energética ligada a cura quântica que promove, através de toques em 32 pontos na cabeça, o desbloqueio em níveis profundos de crenças adquiridas, sentimentos e pensamentos que o impedem de acessar sua CONSCIÊNCIA, ou seja, sua habilidade de continuamente despertar para as infinitas possibilidades que a vida lhe oferece.

Para finalizar esse texto deixo a você uma reflexão a partir da frase de Jean-Paul Satre:

“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”.

A ESCOLHA é SEMPRE sua!

 

Sobre a vida passar rápido

Ampulheta

Não é a vida que passa rápido mas os momentos que dela fazem parte.

Momentos esses que geralmente são vivenciados sem presença, somente de corpo e não ALMA.

Estamos na Era da tecnologia, comunicação e informação em tempo real. Tudo é rápido, urgente, necessário e prioritário. Sendo assim, o tempo é escasso.

Não há tempo de tomar o café da manhã em casa, com a família e conversarmos a respeito das expectativas, anseios, projetos de cada um, sendo que talvez essa seja a única refeição do dia em que estejamos juntos. Acordamos em cima da hora, verificamos nossas mensagens de Whatsapp, Facebook, E-mail… mal nos damos “bom dia” e saímos de casa atrasados… sem tempo…

Não há tempo para uma refeição tranquila, saboreando o alimento com uma conversa agradável com o colega de trabalho. Comemos rápido, com urgência porque temos muitos afazeres ao voltar, cobranças a dar conta, muitos e-mails a responder…

E assim momentos de nossas vidas passam por nós sem nos darmos conta, sem estarmos realmente presentes, conectados a eles.

Se estamos presentes, mente/corpo/alma, seja qual for o momento ganhamos qualidade de TEMPO em nossas vidas!

Criamos a realidade do tempo passar mais devagar e “dá tempo” de fazer todas as atividades que nos prontificamos a realizar sem esforço e a exaustão sentida principalmente ao final do dia.

Como fazemos isso?

Alcançando um estado INTERNO de presença através do autoconhecimento, reconhecimento de nossas REAIS prioridades, necessidades e praticando vinte minutos diários de técnicas meditativas e de relaxamento.

Não possui tempo para isso???

Então você deixará com que a vida passe rápido… a escolha é sempre sua!

 

Abraço carinhoso,

Daniella Gonçalves